26 de abril – Dia do Goleiro


Ele é o primeiro a chegar e o último a sair dos treinamentos. Dizem que “onde pisa, não nasce grama”, mas a verdade é que o piso ralo de sua área é resultado de saltos, quedas e repetições exaustivas em busca da perfeição. Neste 26 de abril, o Fluminense presta sua homenagem ao Dia do Goleiro.

Para marcar a data, registramos de perto o trabalho dos goleiros tricolores Ricardo Berna, Diego Cavalieri, Rafael e Kléver, nas atividades comandadas pelo preparador e ex-goleiro Victor Hugo. Diariamente, são, no mínimo, duas horas de exercícios intensos, aprimorando técnica, reflexo, alcance e precisão nas reposições de bola. Mesmo exaustos e debaixo de calor intenso, eles conseguem manter o sorriso e a alegria de jogar futebol.

– Fico muito feliz pelo bom momento que estou vivendo. É um honra colocar o nome ao lado de ídolos como Castilho e Paulo Vitor, mas sei que meu desempenho é só um fator de muitos. O Fluminense precisa do grupo todo para conseguir vencer. Desde 2005, quando acreditaram no meu potencial, trabalhei com respeito para chegar a este momento. Sou grato ao clube porque tudo o que posso proporcionar à minha família eu consegui graças ao Fluminense – destacou o titular Ricardo Berna.

Honrar o Fluminense, acima de seu próprio corpo

Ao falar a palavra goleiro, nos corredores das Laranjeiras, é inevitável ouvir ecoar pelos salões a voz da eternidade, que grita aos vitrais o nome do maior de todos: Carlos José Castilho. Disputou 696 partidas com a camisa do Fluminense, recorde no clube. Sofreu 777 gols e não deixou passar nada em 255 jogos. Um mito, incrivelmente, real.

Depois de cinco contusões no dedo mínimo esquerdo, recebeu de um médico do Flu o diagnóstico que apontava para dois meses de afastamento para a recuperação. Revoltado com a própria limitação física, decidiu amputar o dedo para voltar mais rápido e, 15 dias depois, estava em campo, defendendo o Tricolor que tanto amava.

Fonte: ]Site Oficial do Fluminense

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