
O bolo do aniversário de 109 anos do Fluminense ganhou três velas incandescentes, daquelas que fazem da festa um espetáculo de luzes e cores. Comemore, torcedor: Martinuccio, Sobis e Lanzini são os novos Guerreiros Tricolores. O trio foi apresentado, nesta quinta-feira, na Tribuna de Honra do Estádio Manoel Schwartz, nas Laranjeiras.
Nas sociais e arquibancadas, a Torcida Tricolor saudou os novos reforços, entoando o hino do Fluzão. Os jogadores foram apresentados pelo presidente do clube, Peter Siemsen; o vice-presidente de Futebol, Sandro Lima; e o gerente de Futebol, Marcelo Teixeira.
– São três jogadores que têm características próprias, cada um com talentos específicos, mas todos com uma vontade peculiar do Sul do nosso continente, a região do Rio da Prata. Lutamos muito por essas contratações porque acreditamos que os jogadores nos darão muitas vitórias e conquistas – afirmou Siemsen.
Rafael Sobis, que chegou ao clube no início da manhã e foi recebido pelo atacante Fred – com quem jogou na Seleção Brasileira, aparentou sentir-se em casa. O atacante reencontra, no Fluminense, o treinador Abel Braga. Os dois trabalharam juntos no Internacional e foram campeões da Copa Libertadores, em 2006.
– Agradeço a todos que estiveram envolvidos na minha transferência, que não foi nada fácil. Tenho uma ótima expectativa, pois já trabalhei com o Abel e conseguimos vitórias importantes. Minha vontade, aqui no Fluminense, é seguir o caminho dos títulos. Como o técnico já me conhece, sabe como e onde eu tenho o melhor rendimento, facilitando a adaptação a essa nova fase – destacou Sobis.
Los hermanos tricolores
Nem a barreira do idioma intimidou a dupla de argentinos contratada pelo Fluzão. Martinuccio revelou até o apelido que ganhou no Uruguai, quando atuava pelo Peñarol: “El Negro”, por causa de sua pele morena, reforçada pelo bronzeado.
– Vou dar o meu melhor, como fiz na Copa Libertadores. Venho para o Fluminense para ser campeão. O clube me contratou por algo bom que fiz e é isso que pretendo mostrar aqui – ressaltou “El Negro” Martinuccio.
Já “La Joia” Lanzini, que herdou a camisa 11 de Darío Conca, evitou as comparações com o conterrâneo, mas não fugiu da responsabilidade. Apesar de juventude – tem apenas 18 anos, ele mostrou personalidade.
– Esse é um clube grande e espero estar pronto para me juntar ao time o mais rápido possível. Tive a honra de receber a camisa 11, que foi usada pelo Conca, e vou trabalhar para brilhar também – concluiu Lanzini.
Fonte: Site Oficial do Fluminense

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