O Fluminense apresentou, nesta terça-feira, o seu novo gerente de Futebol. Marcelo Teixeira, de 37 anos, já “entrou em campo” para desenvolver o trabalho baseado em seis pilares fundamentais: implantação do sistema de identificação de novos talentos, criação de um banco de dados, formação do time de observadores, integração das Categorias de Base com o Profissional, adoção de uma política de trabalho linear no Departamento de Futebol e gestão do centro de treinamentos (CT).
Teixeira, que foi auditor e consultor da PriceWaterhouseCoopers durante 14 anos, também atuou como observador técnico do Manchester United, mapeando o mercado da América do Sul para o clube inglês. Desta função, ele traz um profundo conhecimento dos talentos futebolísticos de todo o continente, de atletas jovens (15 anos) a profissionais com 31 anos.
Marcelo já trabalhou no Fluminense. Entre 2002 e 2007, ele foi diretor das Categorias de Base, em Xerém: “Estive aqui em uma época de boas revelações, que deram frutos positivos, como Diego Souza e Arouca. Não é fácil gerir um clube como o Fluminense, mas vamos desenvolver projetos de manutenção dos talentos. Como já têm identificação e conhecem a casa, alguns podem se tornar ídolos entre os profissionais”.
Confira as principais considerações de Marcelo Teixeira, em sua apresentação oficial, que aconteceu nas sociais do Fluminense Football Club:
Contratações: “A Diretoria já vinha trabalhando e eu cheguei para contribuir, para que possamos ter o melhor time dentro de campo e defender o título brasileiro.”
Reposição: “Todos nós que vivemos o Fluminense sabemos que o clube teve uma grande perda recente, com a saída de um grande jogador dentro de campo e um ídolo fora dele. Sabemos que precisamos buscar, de alguma forma, uma reposição para o Conca.”
De olho no exterior: “Sabemos que existem grande jogadores no Brasil na América do Sul. Temos visto, recentemente, o sucesso de argentinos aqui no país: Conca, D’Alessandro, Guiñazu, Montillo. Conheço bem esse mercado da América do Sul, pois trabalhava com essa área no Manchester. Também trabalharemos com jogadores que saíram do continente, têm valor, mas não se adaptaram ou não estão sendo utilizados.”
Gestão do CT: “É muito satisfatório sentar com o presidente Peter Siemsen e ouvir suas ideias em relação ao centro de treinamento. Acredito que vá acontecer e, a partir do momento em que a negociação estiver concluída, o CT será uma das minhas atribuições dentro do clube. Teremos que preparar a estrutura, com refeitório, sala de musculação e estrutura de administração.”
Fonte: Site Oficial do Fluminense

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